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segunda-feira, 2 de julho de 2018

3º Ano - Debate Avaliativo - Ética e Meio Ambiente: a natureza como espaço comum

3º Ano - Debate Avaliativo - Ética e Meio Ambiente: a natureza como espaço comum

→ Grupos de 7 ou 8 integrantes.

→ Datas: a serem estipuladas.

→ Valor: 5,0 = 3,0 Participação Grupo + 2,0 Participação Individual.

→ Cada grupo ficará responsável por um dos temas mais abaixo. Cada membro do grupo deverá pesquisar em uma das fontes sugeridas (ou outras que queira) para o seu tema e preparar um discurso contendo um resumo de sua pesquisa. Est discurso deverá ter duração mínima de 3 minutos e máxima de 6 minutos.

→ Antes de inciarmos o debate será sorteado um integrante de cada grupo para apresentar. Caso este não se apresente, perderá 60% dos pontos do debate. Procedendo-se novo sorteio.

→ Temas:
1- A definição de meio ambiente;
2- Revolução Industrial e impactos ambientais;
3- Ações globais e locais para evitar ou minimizar os danos ambientais;
4- Hedonismo moderno e consumismo;
5- Ética ambiental e maus tratos aos animais;
6- Desenvolvimento econômico sustentável no Brasil do século XXI.


→ Lista de links para a pesquisa:

1- A definição de meio ambiente;
> Livro Sociologia em Movimento Capítulo 15
> https://www.significados.com.br/meio-ambiente/
2- Revolução Industrial e impactos ambientais;
3- Ações globais e locais para evitar ou minimizar os danos ambientais;
> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-61482009000400004 → 2. A crise da política: a privatização da vida

4- Hedonismo moderno e consumismo;
> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-61482009000400004 → 1. O sujeito hedonista e 1.2. Desamparo e gozo na contemporaneidade. (Recomendável)

5- Ética ambiental;
> https://www.youtube.com/watch?v=LeodNFOBnOM
6- Desenvolvimento econômico sustentável no Brasil do século XXI.
> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-61482009000400004 → 2. A crise da política: a privatização da vida


domingo, 1 de julho de 2018

1º Ano - Trabalho Avaliativo - Mitologia: Livro "Mitologia para quem tem pressa"

1º Ano - Trabalho Avaliativo - Mitologia: Livro "Mitologia para quem tem pressa", de Mark Daniels.

→ Grupos com 4 integrantes.

→ Datas: primeira aula de agosto.

→ Valor: 8,0.

→ Cada grupo ficará responsável por um dos capítulos do livro "Mitologia para quem tem pressa", de Mark Daniels, conforme resultado de sorteio. Deverão ler o capítulo sorteado, escrever seu resumo no caderno, preparar apresentação gravada áudio e vídeo sobre a mitologia referente ao capítulo sorteado, além de contar, dessa mitologia, pelo menos duas histórias (presentes ou não no livro).

→ A apresentação deverá ter duração mínima de 5 minutos e máxima de 10 minutos. Todos do grupo deverão apresentar. Todos do grupo deverão possuir o resumo no caderno. Todos do grupo responderão a questionário sobre o tema sorteado.
----------> Os grupos gravarão os vídeos no local de sua preferência, desde que hajam boas visibilidade e audibilidade. → Não é preciso que todos do grupo estejam juntos, podendo ser editado com recortes. → Trazer o vídeo na data estipulada, em mídia portátil como pendrives ou cartões de memória (smartfones apenas em última circunstância - e junto com o cabo de dados!), de preferência em formato 3gp - (ou outro que possua tamanho pequeno ou médio).

→ Temas:
1- Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori;
2- Capítulo 02 Mitologia Suméria;
3- Capítulo 03 Mitologia Egípcia;
4- Capítulo 04 Mitologia Chinesa;
5- Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana;
6- Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana;
7- Capítulo 07 Mitologia Grega;
8- Capítulo 07 Mitologia Grega;
9- Capítulo 08 Mitologia Romana;
10- Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

→ Grupos e Temas:
*Obs.: 1) o material está disponível na biblioteca para que os alunos possam digitalizá-lo (tirar foto). 2) o primeiro nome, em ordem alfabética, identifica o grupo.

>> 101:
1- Guilherme et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Kayllane et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Camila et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
5- Altair et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Gabriel et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Letícia et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Gustavo Oliveira et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
9-  Eduardo et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- João Vítor et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>> 102:
1- Andressa et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Ítalo et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Kallyston et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Arthur et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Carlos et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Amanda et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Kailany et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Alex et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139). 
9- Alberto et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Carolina et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>> 103:
1- Igor et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Geisiane et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Arthur et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Icaro et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Dilhermano et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Ana Karolina et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Augusto et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- João Victor et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
9- Gisele et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Carlos et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>> 104:
1- Leydinara et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Graciely et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Aguina et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Caio et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Alef et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Guilherme et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
8- Israel et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139). 
9- Eder et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Amanda et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>>105:
1- Breno et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Diego et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Rafaela et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Dhaiany et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Ana Laura et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Jhonatan et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Emanuelle et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
9- Bianca et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Adrian et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>>106:
1- Estephany et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Amanda Miranda et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- David et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Adryan et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Amanda Oliveira et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
7- Fabrícia et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Gabriel et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
9- Cleber et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Iago et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>>107:
1- Beatriz et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Michael et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
4- Gabriel Gomes et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
6- Geraldo et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Emilly et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Ana Luiza et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
9- Ângela et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Fernanda et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>> 108:
3- Alice et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Camily et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
6- Carolayny et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Joel et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Gabriel et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
10-  Ana Luisa et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

3º Ano - Trabalho Avaliativo - Ética e Moral: Livro "Pequeno Tratado das Grandes Virtudes", de André Comte-Sponville

3º Ano - Trabalho Avaliativo - Ética e Moral: Livro "Pequeno Tratado das Grandes Virtudes", de André Comte-Sponville

→ Grupos com 5 ou 6 integrantes.

→ Datas: primeira aula de agosto.

→ Valor: 7,0.
→ Cada grupo ficará responsável por um dos capítulos selecionados do livro "Pequeno Tratado das Grandes Virtudes", de André Comte-Sponville, conforme resultado de sorteio. Deverão ler o capítulo sorteado, escrever seu resumo no caderno, preparar apresentação gravada áudio e vídeo referente ao capítulo sorteado.

→ A apresentação deverá ter duração mínima de 5 minutos e máxima de 10 minutos. Todos do grupo deverão apresentar. Todos do grupo deverão possuir o resumo no caderno. Todos do grupo responderão a questionário sobre o tema sorteado.
----------> Os grupos gravarão os vídeos no local de sua preferência, desde que hajam boas visibilidade e audibilidade. → Não é preciso que todos do grupo estejam juntos, podendo ser editado com recortes. → Trazer o vídeo na data estipulada, em mídia portátil como pendrives ou cartões de memória (smartfones apenas em última circunstância - e junto com o cabo de dados!), de preferência em formato 3gp - (ou outro que possua tamanho pequeno ou médio).

→ Temas:
1- Capítulo 01 A polidez;
2- Capítulo 04 A temperança;
3- Capítulo 10 A gratidão;
4- Capítulo 11 A humildade;
5- Capítulo 12 A simplicidade;
6- Capítulo 14 A pureza;
7- Capítulo 15 A doçura;
8- Capítulo 17 O humor.

→ Links:
>> Livro digitalizado:
> https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjI3PajoIHcAhVDx5AKHfUBAcUQFgg6MAE&url=http%3A%2F%2Frede.praxis.ufsc.br%2Faction%2Ffile%2Fdownload%3Ffile_guid%3D1956&usg=AOvVaw3j4N3ZNIsQDbBmoA4h5qg8
> https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnx2aW5pZ291bGFydG18Z3g6NTlmMmI4MDhjNzNlZjNkYg

>> Vídeos sobre o autor:
> https://www.youtube.com/watch?v=8YlayfsgcGk
> https://www.youtube.com/watch?v=l4J4IL2xE20
> https://www.youtube.com/watch?v=ctBmOsws69c
> https://www.youtube.com/watch?v=u1ffXWqyHCY

→ Grupos e Temas:
*Obs.: o primeiro nome, em ordem alfabética, identifica o grupo.

>> 301:
2- Augusto Nunes et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Anna Klara Caroline et al. Capítulo 10 A gratidão.
4- Franciele et al. Capítulo 11 A humildade.
5- Arthur et al. Capítulo 12 A simplicidade.
6- Lucas Francisco et al. Capítulo 14 A pureza.
7- André et al. Capítulo 15 A doçura.

>> 302:
1- Bruna Santos et al. Capítulo 01 A polidez.
2- Aline Nunes et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Ana Caroline et al. Capítulo 10 A gratidão.
4- Aline Emanuele et al. Capítulo 11 A humildade.
5- Clarisse et al. Capítulo 12 A simplicidade.
7- Daniel et al. Capítulo 15 A doçura.
8- Elvis et al. Capítulo 17 O humor.

>> 303:
2- Karla et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Damarys et al. Capítulo 10 A gratidão.
4- Ellen et al. Capítulo 11 A humildade.
6- Jenainy et al. Capítulo 14 A pureza.
7- Isabela Rodrigues et al. Capítulo 15 A doçura.
8- Brayne et al. Capítulo 17 O humor.

>> 304:
1- Alan Celes et al. Capítulo 01 A polidez.
2- Isabela et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Ester Silva et al. Capítulo 10 A gratidão.
6- Ana Paula Nascimento et al. Capítulo 14 A pureza.
7- Jhenifer et al. Capítulo 15 A doçura.
8- Adieny et al. Capítulo 17 O humor.


>> 305:
1- Isabela et al. Capítulo 01 A polidez.
2- Emilly et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Amanda Marina et al. Capítulo 10 A gratidão.
4- Daniela Carvalho et al. Capítulo 11 A humildade.
5- Cleiton et al. Capítulo 12 A simplicidade.
7- Ana Paula et al. Capítulo 15 A doçura.
8- Fernanda et al. Capítulo 17 O humor.

>> 306:
1- Débora et al. Capítulo 01 A polidez.
2- Camila Rodrigues et al. Capítulo 04 A temperança.
5- Flávia et al. Capítulo 12 A simplicidade.
8- Camila Cristina et al. Capítulo 17 O humor.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Recuperação Final 2017 - 1os, 2os e 3os anos

=> Recuperação: atividades do livro.
=> Copiar os enunciados das questões e responder.
=> ENTREGAR até quarta-feira, dia 20/12.
=> A matéria da prova é a estudada durante o ano: 1os anos - Unidade 01; 2os anos - Unidade 02; 3os anos - Unidade 03.
=> Obs.: as páginas repetidas indicam que há mais atividades na mesma página.

 → Recuperação final 1º ano - atividades das páginas:
- Pág. 19: 1, 2, 3.
- Pág. 20: a, b, c, d, e.
- Pág. 20: 1, 2, 3.
- Pág. 31: 1, 2, 3.
- Pág. 32: 1, 2, 3.
- Pág. 33: 1, 2, 3, 4.
- Pág. 52: 1, 2.
- Pág. 53: 1, 2.
- Pág. 53: 1, 2, 3, 4.
- Pág. 57: 1, 2, 3.
- Pág. 60-61: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7.

→ Recuperação final 2º ano - atividades das páginas:
- Pág. 77: 1, 2, 3.
- Pág. 78: 1, 2, 3.
- Pág. 78: 1, 2, 3, 5.
- Pág. 91: 1, 2.
- Pág. 92: 1, 2, 3.
- Pág. 94: 1, 2, 3, 4, 5.
- Pág. 105: 1, 2.
- Pág. 106: 1, 2, 3.
- Pág. 106-107: 1, 2, 3, 4, 5, 7.
- Pág. 109: 1, 2, 3.
- Pág. 112-113: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7.

→ Recuperação final 3º ano - atividades das páginas:
- Pág. 134: 1, 2, 3.
- Pág. 134: 1, 2, 3.
- Pág. 134: 1, 2, 3, 4.
- Pág. 150: 1, 2, 3.
- Pág. 151: 1, 2, 3.
- Pág. 151: 1, 2, 3, 4, 5.
- Pág. 167: 1, 2, 3.
- Pág. 167: 1, 2, 3.
- Pág. 168: 1, 2, 3, 4, 5, 6.
- Pág. 171: 1, 2, 3, 4.
- Pág. 174-175: 1, 2, 3, 4, 5, 6.











terça-feira, 1 de agosto de 2017

Resumo do Capítulo 03 (Corporeidade, gênero e sexualidade) da Unidade 02 (O que somos?)

2º Ano - Resumo: Unidade 02 (O que somos?) - Capítulo 03 (Corporeidade, gênero e sexualidade)
 
Vivemos hoje um “culto ao corpo”, que nem sempre tem a ver com a ideia de saúde e bem-estar. Em geral, o que predomina é a preocupação estética.
Na antiga sociedade moralista, a ética e a virtude impunham uma série de deveres. Hoje, a “sociedade pós-moralista” valoriza o bem estar individual. Em lugar dos deveres, há agora “tarefas” para alcançar a felicidade.
Quando dizemos “eu”, falamos de um corpo ou de outra coisa, um “recheio” que está no corpo? Será o corpo que nos faz ser o que somos?
Podemos destacar a corporeidade como uma das dimensões humanas mais fundamentais.
Os gregos davam muita importância ao corpo. Somos seres constituídos de “soma” e “psique”.
Platão: dualismo psicofísico. Enquanto vive, o ser humano é uma união indissolúvel de um corpo físico mortal com uma alma ideal imortal. É preciso cuidar do corpo para que possamos cuidar da alma.
Aristóteles: hilemorfismo. O ser humano é feito de matéria (corpo físico) e forma (alma). Embora distintas, estas essas duas realidades são inseparáveis. Concepção orgânica: alma é aquilo que anima um corpo, estando totalmente integrada a ele, formando um sistema orgânico.
Idade Média: o corpo é sagrado e ao mesmo tempo fonte de pecado. Caberia à alma, expressão da pureza divina, controlar os desvios do corpo.
Espinosa: corpo-mente. Não utiliza alma, mas a palavra mente. Corpo e mente são uma coisa só. Se nos referimos ao pensamento, chamamos de mente, se nos referimos à matéria, corpo. Concepção não dualista. Pela primeira vez pergunta sobre as possibilidades do corpo. As ações do corpo dependem dos estímulos (afecções) que ele recebe. Dependendo de como é afetado, sua potência de agir aumenta (alegria) ou diminui (tristeza).
Merleau-Ponty: “corpo próprio”. A certeza da existência não está no pensamento mas no corpo. É no ato de percepção que descobrimos que existimos. Critica a filosofia e a fisiologia por serem mecanicistas: o corpo não é um objeto, um mecanismo. Tampouco é pura consciência ou percepção. Meu corpo próprio é a sede da percepção do mundo e de mim mesmo. Única possibilidade de existência concreta.
Foucault: o corpo é lugar em que o poder atua. O “desprezo pelo corpo” na Idade Moderna é apenas aparente, uma forma de não perceber o grande esforço que foi feito para mantê-lo controlado, para tomá-lo como força de trabalho pelo “poder disciplinar”, que atuava individualizando os corpos em instituições disciplinares.
Um dos desdobramentos da corporeidade é a sexualidade: o corpo é sexuado. Em uma visão mecanicista do corpo, o sexo é visto como algo puramente biológico. Mas existe também um dimensão simbólica, que diz respeito à forma como representamos e vivenciamos a corporeidade e que se coloca para além do biológico. Essa dimensão simbólica é o universo da cultura. Se o corpo não é apenas matéria, pois existe em uma dada cultura, a sexualidade está relacionada à dinâmica da vida humana.
Foucault: história da sexualidade: na mesma medida em que se falava de sexo, ele era reprimido. Dois caminhos das civilizações para estabelecer a “verdade” do sexo: 1. “arte erótica” como forma de prescrever as melhores e mais corretas maneiras de viver o sexo; 2. produção de um conhecimento científico sobre o sexo, como forma de procurar sua “verdade”. Dessas duas vertentes surgem duas linhas no sobre o sexo no Ocidente: um saber científico legítimo e uma visão moral do sexo. Nessa visão moral predominou a perspectiva heterossexual.
A vivência da sexualidade envolve uma conjunção dos fatores biológico e cultural, e nela também interfere a “questão do gênero”. Uma coisa é o sexo de cada pessoa visto sob o ponto de vista biológico, outra é o gênero, que também está profundamente ligado à vivência das pessoas em determinada época ou lugar.
Simone de Beauvoir: a condição da mulher na sociedade, a “condição feminina”. “Ninguém nasce mulher, mas torna-se mulher” conforme vive. A cultura e o pensamento sempre foram dominados pelo homens. Desvendar e compreender essa condição é a tática para poder lutar contra ela, construindo outras realidades para o feminino.
A construção da sexualidade é biológica, cultural e histórica, assim como a construção do que somos em outras esferas.
Deleuze e Guatarri: há muitas “camadas” nas formas pelas quais vivemos a sexualidade e cada pessoa “embaralha” em si mesma o masculino e o feminino, o homossexual e o heterossexual. Se a sexualidade se reduz a dois gêneros é em razão de todo um aparato social repressor que procura conter os jogos do desejo. Um definição de gêneros é sempre algo transitório e que se faz em determinado contexto.
Esse jogo de construções de si mesmo é um jogo de identidades. A cada momento somos chamados a assumir uma identidade. É culturalmente, nas nossas relações sociais, que as identidades de gênero vão sendo construídas. E é também pela produção cultural que elas vão mudando, de acordo com os valores socialmente dominantes.

1º Ano - Trabalho avaliativo: Feira de Ciências

1º Ano - Trabalho avaliativo: Feira de Ciências - Modelos atômicos

→ Em grupo: máximo 6 integrantes.
→ Valor: 6,0.
→ Data a ser estipulada.

→ Temas a serem sorteados:
1) Modelo atômico e postulados de John Dalton;
2) Experimento de Joseph Thomson;
3) Modelo atômico de Joseph Thomson;
4) Experimento de Ernest Rutherford;
5) Modelo atômico de Ernest Rutherford.
6) Experimento de Niels Bohr;
7) Modelo atômico de Niels Bohr;

→ Cada grupo deverá preparar maquete do experimento e/ou do modelo atômico referente ao seu tema. No dia da apresentação, cada grupo será responsável por: 1) explicar o funcionamento do experimento referente ao seu tema e tratar brevemente do contexto em que foi realizado o experimento (onde, quando, por que, quem, com que materiais, falhas ou êxitos); 2) explicar a teoria atômica referente ao seu tema e tratar brevemente do contexto em que foi elaborada a teoria (onde, quando, por que, quem, como foi recebida e quais as consequências).

→ Na aula imediatamente posterior à apresentação, cada grupo deverá entregar relatório digitado e impresso contendo breve descrição de como ocorreu a realização do trabalho: quando, quantas e como foram as reuniões; quais fontes de pesquisa foram consultadas; quem ajudou (ou não) e de que maneira ajudou (ou não) na realização do trabalho; dificuldades encontradas pelo grupo.
- A capa do relatório deverá conter: nome da escola, nomes dos integrantes em ordem alfabética, título do trabalho, turma, local e data.

1º Ano - Resumo: Unidade 01 (Como pensamos?) - Capítulo 03 (A ciência e a arte)

1º Ano - Resumo: Unidade 01 (Como pensamos?) - Capítulo 03 (A ciência e a arte)

A relações entre arte e ciência são estreitas, cada uma se apropriando dos conhecimentos da outra durante sua evolução.
→ A ciência é um tipo de pensamento que investiga os fenômenos da natureza e cria conhecimentos sobre ela por um processo de experimentação. É um conhecimento sistemático porque é organizado e procura relacionar as várias partes que compõe esse conhecimento, é metódico porque segue um caminho previamente concebido, utilizando ferramentas adequadas para a obtenção de um resultado.
→ A ciência de hoje foi criada no século XVI e nasceu de um processo iniciado bem antes. A ideia de que só podemos construir explicações com base em fatos observados revolucionou o pensamento científico.
→ Os filósofos gregos falavam em dois níveis de conhecimento: a doxa e a episteme. Doxa: conhecimento baseado nas observações cotidianas e produzido sem método nem sistematização. Episteme: conhecimento racional, também baseado em observações, mas construído de maneira sistemática e metódica.
→ Os primeiros filósofos (pré-socráticos) dedicaram-se a explicar aquilo que chamavam de physis (a natureza). Seu principal problema era a busca pela arkhé, ou o princípio universal de todas as coisas, elemento do qual todas as coisas provêm. Procuravam abandonar as explicações míticas ou religiosas, construindo uma hipótese racional.
→ No século XVI, quando o que chamamos de ciência foi criada e consolidada, discutia-se qual seria o método apropriado para se chegar aos conhecimentos verdadeiros.
→ René Descartes: método cartesiano. O método começa sempre com a dúvida metódica. procedimentos para alcançar o conhecimento de modo seguro: 1) nunca aceitar como verdadeiro algo que fosse possível duvidar; 2) dividir os problemas em problemas menores: análise; 3) conduzir o pensamento de forma ordenada, indo sempre do mais simples para o mais complexo: síntese; 4) revisar a produção do conhecimento em cada etapa, de modo a nada esquecer ou deixar de lado.
→ Esse método, baseado na matemática, concebe a ciência como um conhecimento racional e demonstrativo.
→ O método cartesiano conquistou seguidores, mas também opositores, que sustentaram que o conhecimento verdadeiro só pode ser alcançado partindo-se das observações que fazemos por meio dos sentidos. Esta posição ficou conhecida como empirismo.
→ John Locke: não existem ideias inatas: quando nascemos nossa mente é como uma folha de papel em branco (uma tabula rasa), na qual a experiência vai escrevendo as informações por meio dos sentidos. Distinção entre ideias simples, produzidas diretamente a partir das informações obtidas pelos sentidos, e ideias complexas, produzidas a partir de outras ideias. As ideias simples estão mais próximas da experiência, portanto a chance de estarem erradas é menor.
→ Da combinação destas diferentes posições surgiu o que se denomina ciência moderna, cuja diretriz foi dada pelo filósofo alemão Immanuel Kant: o conhecimento é sempre algo produzido pela razão, mas ela nunca é pura, pois depende dos dados obtidos pelos sentidos.
→ A ciência moderna caracteriza-se por dois aspectos principais: a utilização do método experimental, sua aplicação a um objeto específico.
→ O método científico pode ser caracterizado por cinco passos: => observação: deve ser metódica, rigorosa, seguindo procedimentos e protocolos específicos, definidos pelo método; => formulação de uma hipótese: com base nos fatos observados, faz-se uma reorganização dos dados obtidos, de modo a explicar o que foi visto; => experimentação: verifica-se a hipótese construída, que pode ser ou não comprovada; é uma nova observação feita em condições privilegiadas, simulando a natureza; => generalização: encontrados na experimentação resultados que se repetem, é possível elaborar “leis” gerais ou particulares que expliquem os fenômenos; => elaboração de teorias (modelos): pelos dados obtidos, é possível criar modelos teóricos de aplicação mais geral, capazes de explicar realidades mais complexas.
→ A ciência não cria conceitos, mas funções. A função é a forma de proceder da ciência, que por meio da experiência relaciona determinados aspectos, tomando um em função do outro.
→ A ciência existe desde a Antiguidade, fazendo parte da própria filosofia. A partir do século XVII, alguns ramos começaram a se especializar e se tornar autônomos. Com a consolidação do método científico, sua aplicação a diferentes objetos constituiu diferentes ciências.
→ A física foi a primeira ciência autônoma moderna, seguiram-se a química e a biologia. Somente a partir da segunda metade do século XIX, o método científico, aplicado aos fenômenos humanos com certas adaptações, levou à criação das ciências sociais e das ciências humanas.
→ A partir do século XX, produziu-se a noção de conhecimento científico como um saber aberto, sempre aproximativo e corrigível, e não uma afirmação de verdades absolutas.
→ Atualmente a ciência é cada vez mais uma atividade colaborativa, feita em redes de pesquisa.