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quarta-feira, 22 de maio de 2019

3º Ano - Questionário avaliativo - Cap. 02 - Unidade 03

3º Ano - Questionário avaliativo - Cap. 02 - Unidade 03

1) Qual a origem da palavra ética e qual o significado termo grego que a originou?
2) Qual a origem da palavra moral e qual o significado termo grego que a originou?
3) Explique a máxima de Sócrates: "Uma vida que não merece ser pensada, não merce ser vivida".
4) Quem foi o filósofo que começou a sistematizar a ética como um capo do saber filosófico?
5) Segundo o pensamento aristotélico, o que são as ciências teoréticas?
6) Segundo o pensamento aristotélico, o que são as ciências práticas?
7) Para Aristóteles, o que é o caráter e qual a sua relação com os humores?
8) Como seria possível aprender a agir eticamente, segundo Aristóteles?
9) Qual a importância do hábito, para Aristóteles?
10) Para Aristóteles, como nos tornamos virtuosos?
11) Por que a ética aristotélica afirma que a felicidade é o "supremo bem"?
12) Segundo Aristóteles, existem pelo menos quatro ideias de felicidade, que correspondem a três tipos de vida. Cite e explique estas ideias e estes tipos de vida.
13) Quais são as faculdades da alma e quais as suas funções, segundo o pensamento aristotélico?
14) Explique a seguinte afirmação: "o bem é proveniente de uma atividade da alma que esteja em consonância coma a virtude".
15) Aristóteles diferenciava dois tipos gerais de virtude. Cite-as e as explique.
16) Qual a distinção, segundo Aristóteles, entre prazer e felicidade?
17) Qual é a tarefa da ética em relação aos prazeres, segundo Aristóteles?
18) Para Aristóteles, o que é necessário para garantir o aprendizado do hábito de agir racionalmente.
19) Qual é a relação entre ética e a política no pensamento aristotélico?
20) Qual a diferença entre a ética de Kant e a ética de Aristóteles?
21) Segundo Kant, o que é o "dever"?
22) Explique o que são o "sujeito moral", o "sujeito de conhecimento" e o "sujeito estético", em Kant.
23) Kant distingue duas esferas da razão. Explique-as.
24) O que é a vontade, para Kant?
25) Explique a noção de liberdade em Kant?
26) O que significam "autonomia" e "heteronomia" e qual a sua relação com a ética kantiana?
27) Segundo Kant, qual é a relação entre a formação de uma comunidade humana e o agir ético?
28) O que é o "imperativo categórico" na filosofia de Kant? Cite as três formas elaboradas por Kant.
29) Qual é a relação entre o "imperativo categórico" kantiano e a determinação autônoma da vontade.
30) Explique o lema do Esclarecimento "sapere aude".
31) Segundo Kant, o que significa Esclarecimento?
32) Responder as questões 1, 2 e 7 da página 163 do livro didático.

terça-feira, 21 de maio de 2019

2º Ano - Questionário avaliativo - Cap. 02 - Unidade 02

2º Ano - Questionário avaliativo - Cap. 02 - Unidade 02

1) Qual a principal diferença entre a linguagem humana e a comunicação dos outros animais?
2) Por que podemos dizer que a linguagem verbal é um sistema simbólico?
3) O que significa dizer que "o símbolo representa por convenção"?
4) Quem foram os sofistas?
5) O que é retórica?
6) O que significa a afirmação de Platão de que a palavra é pharmakon?
7) Qual a crítica que Aristóteles faz à visão platônica sobre o uso da palavra e da linguagem?
8) Como Aristóteles resolve o problema de construir um conhecimento rigoroso baseado no mundo sensível?
9) Segundo Aristóteles, qual a relação entre a linguagem e a política?
10) Para a filosofia analítica, qual a única tarefa plausível para a filosofia?
11) Por que, segundo Wittgenstein, a linguagem e o mundo estão intrinsecamente ligados? A qual conclusão ele chega a partir desta constatação?
12) Por que Wittgenstein faz uma analogia entre os jogos e a linguagem?
13) O  que são jogos de linguagem, segundo Wittgenstein?
14) Por que, segundo Ernst Cassirer, o ser humano não é bem caracterizado com a definição "animal racional"?
15) Em quais sentidos os antigos romanos empregavam o termo cultura?
16) Em termos filosóficos, o que significa cultura?
17) O que podemos entender por "natureza"?
18) Existe alguma espécie de oposição entre natureza e cultura? Por que?
19) Qual é a relação entre trabalho, cultura e linguagem?
20) O que significa a afirmação de Cassirer de que a cultura é uma trama simbólica? Forneça ao menos dois exemplos.
21) O que significa "cultura popular"? E "cultura erudita"?
22) Responder as questões 1, 2, 3, e 4 da página 100 do livro didático.

1º Ano - Trabalho avaliativo: Mitologia

1º Ano - Trabalho avaliativo: Mitologia

Elaborar pesquisa e sintetizá-la de modo manuscrito, no caderno, conforme se segue:
  • Definição de mito ou mitologia;
  • Função dos mitos;
  • Tipos principais de mito;
  • Diferenças e relações entre mito e religião;
  • Diferenças e relações entre mito e filosofia;
  • Diferenças entre lenda e mito;
  • Citar aos menos duas lendas;
  • Os mitos na modernidade e hoje;
  • Escolher uma das mitologias abaixo e descrevê-la de modo sucinto, citando sua cosmogonia e escatologia (quando houver), narrar ao menos uma história dessa mitologia:
1. Mitos ou folclore brasileiro;
2. Mitologia guarani;
3. Mitologia grega;
4. Mitologia nórdica;
5. Mitologia egípcia;
6. Mitologia persa;
7. Mitologia africana;
8. Mitologia hindu;
9. Mitologia japonesa.

3º Ano - Resumo: Unidade 03 (Por que e como agimos?) - Capítulo 02 (Ética: por que para quê?)

3º Ano - Resumo: Unidade 03 (Por que e como agimos?) - Capítulo 02 (Ética: por que para quê?)

*Colocando o problema
→ A área dedica a refletir sobre as ações humanas em relação à vida em coletividade e à vida de cada um é denominada ética.
→ Ética vem do grego êthos: caráter, índole, maneira de ser de uma pessoa e de uma sociedade.
O gregos também tinham uma palavra muito próxima: éthos, que significa costume, uso, hábito. Em latim foi traduzida por mor, moris; em português “moral”.
Para os antigos gregos, êthos é diferente de éthos, pois para viver eticamente é necessário se conhecer, pensar na quilo que se faz.
Aristóteles e a ética como ação para a felicidade:
Século IV a. C.: sistematização da ética (ciências poiéticas, ciências práticas, ciências teoréticas).
A filosofia ética estuda as ações humanas baseadas naquilo que é natural em cada ser humano, seu caráter ou temperamento, ensinando a viver de acordo com o caráter de cada um, embora não signifique agir de modo predeterminado, passional: a ética implica uma ação racional.
A tarefa da ética é educar nosso apetite, para que evitemos os vícios e alcancemos a virtude.
A tarefa da ética é ensinar bons costumes (bom éthos), baseados no bom caráter (bom êthos), através do hábito de agir virtuosamente.
Todas as atividades humanas tendem a “fins” que são “bens”. O fim último das ações humanas é a felicidade, pois é o único fim desejável em si mesmo e por si mesmo.
Felicidade não é viver uma vida de prazer e gozo, de riqueza, de honra, de pura contemplação.
A alma possui três faculdades ou capacidades: vegetativa, sensitiva e racional.
Felicidade é uma atividade da alma conforme a virtude perfeita.
A virtudes podem ser: 1) práticas, quando não-desejáveis por si mesmas, ligadas à faculdade apetitiva da alma, adquiridas por meio do domínio dos apetites pela faculdade racional por meio do hábito de uma vida equilibrada; 2) intelectuais ou dianoéticas, quando desejáveis em si mesmas, ligadas à parte racional da alma que busca e encontra prazer na contemplação.
O prazer é um bem, embora não seja a finalidade da vida ética, pois extingue-se em si mesmo. Há diferentes prazeres e a tarefa da ética é traçar uma hierarquia de prazeres. O prazeres do pensamento são superiores.
Para garantir o hábito de agir racionalmente, são necessárias leis que forcem à ação de acordo com normas e valores da razão.
Kant e a ética como ação segundo o dever:
No século XVIII, o filósofo alemão Immanuel Kant desenvolveu uma ética baseada na ideia de que as ações humanas são orientadas por intenções e não por finalidades.
A intenção fundamental da ação humana é o dever.
O sujeito moral, que age racionalmente, é umas das facetas do ser humano; as outras são o sujeito do conhecimento e o sujeito estético.
Há duas esferas da razão: a teórica e a prática. A razão prática está relacionada ao agir, à determinação da vontade, capaz de legislar sobre esta, impondo-lhe normas que conduzem a ação moral.
Somos livres porque somos seres de vontade; como a vontade é resultante do exercício da razão, somos livres porque somos racionais.
Ser livre é estar submetido a uma razão prática, isto é, quando somos autônomos.
Se cada um agisse de maneira própria, não haveria comunidade humana. É preciso construir uma coletividade através de um princípio universal dado pela razão prática.
O princípio universal deve ser puramente formal e deve ser expresso na forma de um imperativo categórico, uma fórmula que ordena de modo incondicional: “Age de modo que a máxima da tua vontade possa valer sempre como princípio de legislação universal.”
Não se trata de agir de acordo com uma lei, uma tradição ou um costume, mas segundo um princípio dado pela própria razão determinando a vontade, como um ato de liberdade.
→ “Esclarecimento é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. (…) Sapere aude! (Ouse saber!)”

2º Ano – Resumo: Unidade 02 (O que somos?) - Capítulo 02 (A linguagem e a cultura: manifestações do humano)

2º Ano – Resumo: Unidade 02 (O que somos?) - Capítulo 02 (A linguagem e a cultura: manifestações do humano 

>>> Filosofia e linguagem na Antiguidade
Segundo Aristóteles, o humano é um ser de linguagem, quer dizer, é a linguagem que nos faz humanos.
Os animais se comunicam entre si, mas apenas os humanos são portadores de uma linguagem estruturada.
A linguagem verbal é um sistema simbólico. Está baseada em palavras, que são organizadas em frases e em conjuntos de frases.
As palavras são símbolos, isto é, formas de representar alguma coisa, seja um objeto, seja uma ação.
Platão afirmava que a palavra é um pharmakon, não tendo valor definitivamente positivo, podendo tanto ser usada para nos aproximar das ideias verdadeiras por meio da dialética, quanto ser usada para enganar.
Aristóteles, não concordando inteiramente com Platão, foi talvez o primeiro pensador a tentar mostrar que, embora as palavras sejam convenções, existe uma série de regras de uso que permitem a construção de um discurso verdadeiro, para além da relatividade das palavras. A palavra é um pharmakon, mas é também um organon, isto é, um instrumento do pensamento.
>>> A “virada linguística”
No século XX ocorreria a “virada linguística”, isto é, uma mudança de foco das preocupações da filosofia para a linguagem.
Em sua primeira obra Ludwig Wittgenstein preocupa-se com a essência da linguagem. A linguagem é um sistema de representação e, portanto, é diferente e ao mesmo tempo semelhante ao mundo. O mundo é composto de fatos, e o que a linguagem representa, por meio das proposições, são os fatos. Linguagem e mundo estão intrinsecamente ligados: quanto mais ampla a minha linguagem, mais amplo é meu mundo; quanto mais amplo meu mundo e minha linguagem, mais possibilidade de pensamento eu tenho.
Em sua segunda obra Wittgenstein passa a considerar que o problema não é a busca da essência da linguagem, visto que não existe A linguagem, mas linguagens múltiplas, com os seus diferentes usos. Cada um desses usos é um jogo com suas regras, elementos e formas de funcionamento próprio. O que há são diferentes jogos de linguagem, cada um com seus usos e regras. O significado de uma palavra, portanto, depende do jogo para o qual ela é usada.
>>> Linguagem e cultura
A linguagem é uma forma de expressão simbólica, por isso, segundo Ernst Cassirer, podemos compreender o como “animal simbólico”, pois é o ato de simbolizar que nos abre todo o universo da cultura.
Cultura é o conjunto de tudo aquilo, no ambiente em que vivemos, que foi produzido pelo ser humano por meio do trabalho. Percebe-se, portanto, uma estreita ligação entre trabalho, cultura e linguagem: produzimos cultura ao transformar o mundo por meio do trabalho, e expressamos essas transformações por meio da linguagem. A produção de linguagem é também uma forma trabalho, o que significa que também a linguagem transforma o mundo.
Cultura é o mundo transformado pelo ser humano, natureza é a parte do mundo que não depende de nós, porém, não há aqui uma oposição: para realizar seu trabalho como transformação, o ser humano atravessa o mundo natural e é atravessado por ele.
A cultura não são apenas os objetos, mas também uma “trama simbólica”, produzida pela linguagem, na medida em que esta é a forma de expressão dos seres humanos.
Mesmo havendo distinções entre cultura erudita e popular, em termos filosóficos ambas são igualmente importantes como expressões do ser humano.
Ao mesmo tempo em que é a produção por da qual o ser humano se faz plenamente humano, a cultura, na sociedade capitalista, é também mercadoria.
>>> Cultura e mercadoria
Pensando nisso, Felix Guatarri distingue três sentidos do termo cultura: cultura-valor – a cultura é tratada como valor social, distinguindo quem é culto dos que não são; cultura-alma coletiva – a cultura tomada como a produção de um povo; cultura-mercadoria – o conjunto de “bens culturais”, existe um mercado cultural e difunde-se a cultura pelo mesmo mecanismo de distribuição de qualquer outro produto.
Para Guatarri, o que prevalece em nosso dias é o conceito de cultura-mercadoria, embora os outros dois continuem válidos. A cultura-mercadoria possui um aspecto negativo, porque valoriza a produção cultural pelo que ela pode render em termos econômicos; mas também possui um aspecto positivo de democratização ao acesso, já que não há distinção entre uma “cultura popular” e “cultura erudita”: ambas são mercadoria.

1º Ano - Resumo: Unidade 01 (Como pensamos?) - Capítulo 02 (Filosofia e outras formas de pensar)

1º Ano - Resumo: Unidade 01 (Como pensamos?) - Capítulo 02 (Filosofia e outras formas de pensar)

A filosofia é um pensamento que não dá respostas prontas e nos força a pensar. Há outras formas de pensamento que fornecem conhecimentos que não interrogamos.

>>> Filosofia e Mitologia
O mito é uma narrativa fictícia e imaginada, cujo objetivo é explicar alguma coisa ou algum acontecimento, recorrendo a forças sobrenaturais.
A mitologia não é uma religião sistemática e institucionalizada, mas uma espécie de religiosidade aberta e mutante.
No século VIII a.C. as principais narrativas mitológicas gregas foram reunidas em poemas épicos por Homero (Ilíada e Odisseia) e Hesíodo (Teogonia e Os trabalhos e os dias).
Ainda continuamos a criar mitos, a inventar narrativas mitológicas, porém sem o mesmo apelo que tiveram na Antiguidade.
O pensamento filosófico desenvolveu-se em uma forma de conhecimento que se diferencia da mitologia; contudo, não a substituiu: continuaram convivendo, às vezes conflituosamente, como ocorre até hoje.

>>> Filosofia e Religião
Religião é um conjunto de crenças, em geral amparadas em um texto, compreendidas como uma revelação de Deus (ou um conjunto de deuses).
Religiões são dogmáticas, compostas de ritos, tornam-se instituições com hierarquia.
Características do conhecimento religioso: => conjunto de ideias expressas em um texto ou livro sagrado, compondo o dogma da religião; => organização institucional de um conjunto de pessoas que administram esse conhecimento e a relação das pessoas com ele; => definição de rituais na forma de viver esse conhecimento e se relacionar com ele.
Assim como o mito, a religião é uma forma de pensamento, um modo de explicar a natureza, os fatos cotidianos e o sentido da vida humana.
As religiões são encontradas em todas as culturas, desde a antiguidade. Elas se relacionam com questões políticas e econômicas, podendo ser manipuladas com objetivos alheios a si.
O pensamento religioso apresenta-se como um conhecimento pronto e definitivo que algumas pessoas têm e outras não, que qualquer um pode aprender, desde que aceite os dogmas. Esse conhecimento está centrado na fé, uma confiança absoluta nas palavras que foram reveladas pela divindade.
O pensamento filosófico procura uma explicação racional, nem pronta nem definitiva, que faça sentido e possa convencer pela lógica e não pela aceitação do dogma.
As relações entre filosofia e religião são por vezes conflituosas. Mas há aspectos de concordância, pois ambas se formam como uma forma de ver o mundo.

>>> Filosofia e senso comum
Todos nós pensamos e construímos uma visão de mundo. Das coisas que observamos e vivemos cotidianamente, tiramos conclusões e elaboramos explicações. Mas esse tipo de conhecimento não é sistemático, não se baseia em métodos.
Senso comum é um tipo de conhecimento que todos nós experimentamos. Caracteriza-se por ser absorvido sem maiores reflexões, sem aprofundamento.
O senso comum é útil em determinadas situações, mas em outras situações precisamos também de um conhecimento formal, mais sistematizado, mais organizado, como somente a filosofia e a ciência podem produzir.
A filosofia parte do senso comum, mas tende a abandoná-lo no processo de criação de conceitos.
Não há filosofia sem um ponto de partida no senso comum, mas, ao mesmo tempo, se o pensamento permanecer no senso comum não haverá filosofia.

>>> Filosofia, arte e ciência: as potências do pensamento
A religião, o mito e o senso comum são formas de pensamento que produzem conhecimentos que nos ajudam a viver e a pensar, sempre segundo certos parâmetros já estabelecidos.

Há outras formas de pensar, as potências do pensamento, que expressam uma inquietação e uma insatisfação, buscam a renovação, nos fazem pensar e nos instigam a curiosidade para além do que já sabemos. São elas: a filosofia, a arte e a ciência.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

2º Ano - Trabalho Avaliativo - Linguagem e Cultura: Livro "Formação da Literatura Brasileira: Momentos Decisivos - Volume 2", de Antônio Cândido.

2º Ano - Trabalho Avaliativo - Linguagem e Cultura: Livro "Formação da Literatura Brasileira: Momentos Decisivos - Volume 2", de Antônio Cândido.

→ Grupos com 5 ou 6 integrantes.

→ Datas: primeira aula de agosto.

→ Valor: 8,0.
→ Cada grupo ficará responsável por um dos subitens de capítulos selecionados do livro "Formação da Literatura Brasileira: Momentos Decisivos - Volume 2", de Antônio Cândido, conforme resultado de sorteio. Deverão ler o subitem sorteado, escrever seu resumo no caderno, preparar apresentação gravada áudio e vídeo referente ao capítulo sorteado.

→ A apresentação deverá ter duração mínima de 5 minutos e máxima de 10 minutos. Todos do grupo deverão apresentar. Todos do grupo deverão possuir o resumo no caderno. Todos do grupo responderão a questionário sobre o tema sorteado.
----------> Os grupos gravarão os vídeos no local de sua preferência, desde que hajam boas visibilidade e audibilidade. → Não é preciso que todos do grupo estejam juntos, podendo ser editado com recortes. → Trazer o vídeo na data estipulada, em mídia portátil como pendrives ou cartões de memória (smartfones apenas em última circunstância - e junto com o cabo de dados!), de preferência em formato 3gp - (ou outro que possua tamanho pequeno ou médio).

→ Temas:
1- Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 1. O Nacionalismo Literário.
2- Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 2. O Romantismo como posição do espírito e da sensibilidade.
3- Vol. II - Capítulo II - Os Primeiros Românticos: 5. Gonçalves Dias consolida o Romantismo.
4- Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 1. Um instrumento de descoberta e interpretação.
5- Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 3. Sob o signo do folhetim: Teixeira e Souza.
6- Vol. II - Capítulo IV - Avatares do Egotismo: 5. Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban.
7- Vol. II - Capítulo V - O Triunfo do Romance: 3. Os três Alencares.
8- Vol. II - Capítulo VI - A Expansão do Lirismo: Poesia e oratória em Castro Alves.

 → Links:
1- Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 1. O Nacionalismo Literário.
https://www.4shared.com/s/fEseSWn6mfi

2- Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 2. O Romantismo como posição do espírito e da sensibilidade.
https://www.4shared.com/s/f-nrfIGq5fi

3- Capítulo II - Os Primeiros Românticos: 5. Gonçalves Dias consolida o Romantismo.
https://www.4shared.com/s/f9BdblJVJgm

4- Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 1. Um instrumento de descoberta e interpretação.
https://www.4shared.com/s/fAtQMD4i4da

5- Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 3. Sob o signo do folhetim: Teixeira e Souza.
https://www.4shared.com/s/fwbO1TLmmee

6- Capítulo IV - Avatares do Egotismo: 5. Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban.
https://www.4shared.com/s/fPF5E29wogm

7- Capítulo V - O Triunfo do Romance: 3. Os três Alencares.
https://www.4shared.com/s/faTTwT4e8fi

8- Capítulo VI - A Expansão do Lirismo: Poesia e oratória em Castro Alves.
https://www.4shared.com/s/fcy4Uc9Abda


>> Livro digitalizado:
Volumes I e II → https://joaocamillopenna.files.wordpress.com/2013/08/117023824-candido-antonio-formacao-da-literatura-brasileira-vol-1-e-2.pdf

→ Grupos e Temas:
*Obs.: o primeiro nome, em ordem alfabética, identifica o grupo.

>> 201:
1- Beatriz et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 1. O Nacionalismo Literário.
3- Bianka et al. Vol. II - Capítulo II - Os Primeiros Românticos: 5. Gonçalves Dias consolida o Romantismo.
5- Artur et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 3. Sob o signo do folhetim: Teixeira e Souza.
6- Caio et al. Vol. II - Capítulo IV - Avatares do Egotismo: 5. Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban.
7- Aryane et al. Vol. II - Capítulo V - O Triunfo do Romance: 3. Os três Alencares.
8- Eliane et. al. Vol. II - Capítulo VI - A Expansão do Lirismo: Poesia e oratória em Castro Alves.

>> 202:
1- Carlos et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 1. O Nacionalismo Literário.
2- Breno et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 2. O Romantismo como posição do espírito e da sensibilidade.
3- Guilherme et al. Vol. II - Capítulo II - Os Primeiros Românticos: 5. Gonçalves Dias consolida o Romantismo.
4- João Vitor Alves et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 1. Um instrumento de descoberta e interpretação.
5- Eucler et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 3. Sob o signo do folhetim: Teixeira e Souza.
6- João Vítor Oliveira et al. Vol. II - Capítulo IV - Avatares do Egotismo: 5. Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban.
7- Ana Luiza Fortes et al. Vol. II - Capítulo V - O Triunfo do Romance: 3. Os três Alencares.

>> 203:
2- Ana Luiza Medina et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 2. O Romantismo como posição do espírito e da sensibilidade.
3- Amily et al. Vol. II - Capítulo II - Os Primeiros Românticos: 5. Gonçalves Dias consolida o Romantismo.
4- Bárbara et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 1. Um instrumento de descoberta e interpretação.
5- Eucler et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 3. Sob o signo do folhetim: Teixeira e Souza.
6- Allyson et al. Vol. II - Capítulo IV - Avatares do Egotismo: 5. Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban.
7- Fabiane et al. Vol. II - Capítulo V - O Triunfo do Romance: 3. Os três Alencares.
8- Amanda Ermelinda et al. Vol. II - Capítulo VI - A Expansão do Lirismo: Poesia e oratória em Castro Alves.
 
>> 204:
1- Andressa et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 1. O Nacionalismo Literário.
2- Adily et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 2. O Romantismo como posição do espírito e da sensibilidade.
3- Ana Cristina et al. Vol. II - Capítulo II - Os Primeiros Românticos: 5. Gonçalves Dias consolida o Romantismo.
4- Eloísa et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 1. Um instrumento de descoberta e interpretação.
6- Brayan et al. Vol. II - Capítulo IV - Avatares do Egotismo: 5. Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban.
7- Camila et al. Vol. II - Capítulo V - O Triunfo do Romance: 3. Os três Alencares.
8- Ana Caroline et. al. Vol. II - Capítulo VI - A Expansão do Lirismo: Poesia e oratória em Castro Alves.

>> 205:
1- Davi et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 1. O Nacionalismo Literário.
3- Anna Beathriz et al. Vol. II - Capítulo II - Os Primeiros Românticos: 5. Gonçalves Dias consolida o Romantismo.
4- Isadora et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 1. Um instrumento de descoberta e interpretação.
5- Guilherme et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 3. Sob o signo do folhetim: Teixeira e Souza.
6- Daniela et al. Vol. II - Capítulo IV - Avatares do Egotismo: 5. Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban.
7- Giovanna Gabrielly et al. Vol. II - Capítulo V - O Triunfo do Romance: 3. Os três Alencares.

>> 206:
1- Elismar et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 1. O Nacionalismo Literário.
2- Bruna et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 2. O Romantismo como posição do espírito e da sensibilidade.
3- Ashiley et al. Vol. II - Capítulo II - Os Primeiros Românticos: 5. Gonçalves Dias consolida o Romantismo.
4- Arthur (Grupo com nove pessoas! Se permanecer, o valor do trabalho será reduzido) et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 1. Um instrumento de descoberta e interpretação.
6- Brenner et al. Vol. II - Capítulo IV - Avatares do Egotismo: 5. Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban.
7- Camila et al. Vol. II - Capítulo V - O Triunfo do Romance: 3. Os três Alencares.

>> 207:
1- Camila et al. Vol. II - Capítulo I - O Indivíduo e a Pátria: 1. O Nacionalismo Literário.
5- Carlos et al. Vol. II - Capítulo III - Aparecimento da Ficção: 3. Sob o signo do folhetim: Teixeira e Souza.
6- Amanda et al. Vol. II - Capítulo IV - Avatares do Egotismo: 5. Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban.
7-  Adriele et al. Vol. II - Capítulo V - O Triunfo do Romance: 3. Os três Alencares.
8- Laísa et. al. Vol. II - Capítulo VI - A Expansão do Lirismo: Poesia e oratória em Castro Alves.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

3º Ano - Debate Avaliativo - Ética e Meio Ambiente: a natureza como espaço comum

3º Ano - Debate Avaliativo - Ética e Meio Ambiente: a natureza como espaço comum

→ Grupos de 7 ou 8 integrantes.

→ Datas: a serem estipuladas.

→ Valor: 5,0 = 3,0 Participação Grupo + 2,0 Participação Individual.

→ Cada grupo ficará responsável por um dos temas mais abaixo. Cada membro do grupo deverá pesquisar em uma das fontes sugeridas (ou outras que queira) para o seu tema e preparar um discurso contendo um resumo de sua pesquisa. Est discurso deverá ter duração mínima de 3 minutos e máxima de 6 minutos.

→ Antes de inciarmos o debate será sorteado um integrante de cada grupo para apresentar. Caso este não se apresente, perderá 60% dos pontos do debate. Procedendo-se novo sorteio.

→ Temas:
1- A definição de meio ambiente;
2- Revolução Industrial e impactos ambientais;
3- Ações globais e locais para evitar ou minimizar os danos ambientais;
4- Hedonismo moderno e consumismo;
5- Ética ambiental e maus tratos aos animais;
6- Desenvolvimento econômico sustentável no Brasil do século XXI.


→ Lista de links para a pesquisa:

1- A definição de meio ambiente;
> Livro Sociologia em Movimento Capítulo 15
> https://www.significados.com.br/meio-ambiente/
2- Revolução Industrial e impactos ambientais;
3- Ações globais e locais para evitar ou minimizar os danos ambientais;
> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-61482009000400004 → 2. A crise da política: a privatização da vida

4- Hedonismo moderno e consumismo;
> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-61482009000400004 → 1. O sujeito hedonista e 1.2. Desamparo e gozo na contemporaneidade. (Recomendável)

5- Ética ambiental;
> https://www.youtube.com/watch?v=LeodNFOBnOM
6- Desenvolvimento econômico sustentável no Brasil do século XXI.
> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-61482009000400004 → 2. A crise da política: a privatização da vida


domingo, 1 de julho de 2018

1º Ano - Trabalho Avaliativo - Mitologia: Livro "Mitologia para quem tem pressa"

1º Ano - Trabalho Avaliativo - Mitologia: Livro "Mitologia para quem tem pressa", de Mark Daniels.

→ Grupos com 4 integrantes.

→ Datas: primeira aula de agosto.

→ Valor: 8,0.

→ Cada grupo ficará responsável por um dos capítulos do livro "Mitologia para quem tem pressa", de Mark Daniels, conforme resultado de sorteio. Deverão ler o capítulo sorteado, escrever seu resumo no caderno, preparar apresentação gravada áudio e vídeo sobre a mitologia referente ao capítulo sorteado, além de contar, dessa mitologia, pelo menos duas histórias (presentes ou não no livro).

→ A apresentação deverá ter duração mínima de 5 minutos e máxima de 10 minutos. Todos do grupo deverão apresentar. Todos do grupo deverão possuir o resumo no caderno. Todos do grupo responderão a questionário sobre o tema sorteado.
----------> Os grupos gravarão os vídeos no local de sua preferência, desde que hajam boas visibilidade e audibilidade. → Não é preciso que todos do grupo estejam juntos, podendo ser editado com recortes. → Trazer o vídeo na data estipulada, em mídia portátil como pendrives ou cartões de memória (smartfones apenas em última circunstância - e junto com o cabo de dados!), de preferência em formato 3gp - (ou outro que possua tamanho pequeno ou médio).

→ Temas:
1- Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori;
2- Capítulo 02 Mitologia Suméria;
3- Capítulo 03 Mitologia Egípcia;
4- Capítulo 04 Mitologia Chinesa;
5- Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana;
6- Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana;
7- Capítulo 07 Mitologia Grega;
8- Capítulo 07 Mitologia Grega;
9- Capítulo 08 Mitologia Romana;
10- Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

→ Grupos e Temas:
*Obs.: 1) o material está disponível na biblioteca para que os alunos possam digitalizá-lo (tirar foto). 2) o primeiro nome, em ordem alfabética, identifica o grupo.

>> 101:
1- Guilherme et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Kayllane et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Camila et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
5- Altair et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Gabriel et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Letícia et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Gustavo Oliveira et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
9-  Eduardo et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- João Vítor et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>> 102:
1- Andressa et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Ítalo et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Kallyston et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Arthur et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Carlos et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Amanda et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Kailany et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Alex et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139). 
9- Alberto et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Carolina et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>> 103:
1- Igor et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Geisiane et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Arthur et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Icaro et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Dilhermano et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Ana Karolina et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Augusto et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- João Victor et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
9- Gisele et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Carlos et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>> 104:
1- Leydinara et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Graciely et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Aguina et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Caio et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Alef et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Guilherme et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
8- Israel et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139). 
9- Eder et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Amanda et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>>105:
1- Breno et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Diego et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- Rafaela et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Dhaiany et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Ana Laura et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
6- Jhonatan et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Emanuelle et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
9- Bianca et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Adrian et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>>106:
1- Estephany et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Amanda Miranda et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
3- David et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Adryan et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
5- Amanda Oliveira et al. → Capítulo 05 Mitologia Indígena Norte-Americana.
7- Fabrícia et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Gabriel et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
9- Cleber et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Iago et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>>107:
1- Beatriz et al. → Introdução / Capítulo 01 Mitologia Australiana e Maori.
2- Michael et al. → Capítulo 02 Mitologia Suméria.
4- Gabriel Gomes et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
6- Geraldo et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Emilly et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Ana Luiza et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
9- Ângela et al. → Capítulo 08 Mitologia Romana.
10- Fernanda et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

>> 108:
3- Alice et al. → Capítulo 03 Mitologia Egípcia.
4- Camily et al. → Capítulo 04 Mitologia Chinesa.
6- Carolayny et al. → Capítulo 06 Mitologia Sul-Americana e Centro-Americana.
7- Joel et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 103 a 124).
8- Gabriel et al. → Capítulo 07 Mitologia Grega (Páginas 124 a 139).
10-  Ana Luisa et al. → Capítulo 09 Mitologia Nórdica.

3º Ano - Trabalho Avaliativo - Ética e Moral: Livro "Pequeno Tratado das Grandes Virtudes", de André Comte-Sponville

3º Ano - Trabalho Avaliativo - Ética e Moral: Livro "Pequeno Tratado das Grandes Virtudes", de André Comte-Sponville

→ Grupos com 5 ou 6 integrantes.

→ Datas: primeira aula de agosto.

→ Valor: 7,0.
→ Cada grupo ficará responsável por um dos capítulos selecionados do livro "Pequeno Tratado das Grandes Virtudes", de André Comte-Sponville, conforme resultado de sorteio. Deverão ler o capítulo sorteado, escrever seu resumo no caderno, preparar apresentação gravada áudio e vídeo referente ao capítulo sorteado.

→ A apresentação deverá ter duração mínima de 5 minutos e máxima de 10 minutos. Todos do grupo deverão apresentar. Todos do grupo deverão possuir o resumo no caderno. Todos do grupo responderão a questionário sobre o tema sorteado.
----------> Os grupos gravarão os vídeos no local de sua preferência, desde que hajam boas visibilidade e audibilidade. → Não é preciso que todos do grupo estejam juntos, podendo ser editado com recortes. → Trazer o vídeo na data estipulada, em mídia portátil como pendrives ou cartões de memória (smartfones apenas em última circunstância - e junto com o cabo de dados!), de preferência em formato 3gp - (ou outro que possua tamanho pequeno ou médio).

→ Temas:
1- Capítulo 01 A polidez;
2- Capítulo 04 A temperança;
3- Capítulo 10 A gratidão;
4- Capítulo 11 A humildade;
5- Capítulo 12 A simplicidade;
6- Capítulo 14 A pureza;
7- Capítulo 15 A doçura;
8- Capítulo 17 O humor.

→ Links:
>> Livro digitalizado:
> https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjI3PajoIHcAhVDx5AKHfUBAcUQFgg6MAE&url=http%3A%2F%2Frede.praxis.ufsc.br%2Faction%2Ffile%2Fdownload%3Ffile_guid%3D1956&usg=AOvVaw3j4N3ZNIsQDbBmoA4h5qg8
> https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnx2aW5pZ291bGFydG18Z3g6NTlmMmI4MDhjNzNlZjNkYg

>> Vídeos sobre o autor:
> https://www.youtube.com/watch?v=8YlayfsgcGk
> https://www.youtube.com/watch?v=l4J4IL2xE20
> https://www.youtube.com/watch?v=ctBmOsws69c
> https://www.youtube.com/watch?v=u1ffXWqyHCY

→ Grupos e Temas:
*Obs.: o primeiro nome, em ordem alfabética, identifica o grupo.

>> 301:
2- Augusto Nunes et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Anna Klara Caroline et al. Capítulo 10 A gratidão.
4- Franciele et al. Capítulo 11 A humildade.
5- Arthur et al. Capítulo 12 A simplicidade.
6- Lucas Francisco et al. Capítulo 14 A pureza.
7- André et al. Capítulo 15 A doçura.

>> 302:
1- Bruna Santos et al. Capítulo 01 A polidez.
2- Aline Nunes et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Ana Caroline et al. Capítulo 10 A gratidão.
4- Aline Emanuele et al. Capítulo 11 A humildade.
5- Clarisse et al. Capítulo 12 A simplicidade.
7- Daniel et al. Capítulo 15 A doçura.
8- Elvis et al. Capítulo 17 O humor.

>> 303:
2- Karla et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Damarys et al. Capítulo 10 A gratidão.
4- Ellen et al. Capítulo 11 A humildade.
6- Jenainy et al. Capítulo 14 A pureza.
7- Isabela Rodrigues et al. Capítulo 15 A doçura.
8- Brayne et al. Capítulo 17 O humor.

>> 304:
1- Alan Celes et al. Capítulo 01 A polidez.
2- Isabela et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Ester Silva et al. Capítulo 10 A gratidão.
6- Ana Paula Nascimento et al. Capítulo 14 A pureza.
7- Jhenifer et al. Capítulo 15 A doçura.
8- Adieny et al. Capítulo 17 O humor.


>> 305:
1- Isabela et al. Capítulo 01 A polidez.
2- Emilly et al. Capítulo 04 A temperança.
3- Amanda Marina et al. Capítulo 10 A gratidão.
4- Daniela Carvalho et al. Capítulo 11 A humildade.
5- Cleiton et al. Capítulo 12 A simplicidade.
7- Ana Paula et al. Capítulo 15 A doçura.
8- Fernanda et al. Capítulo 17 O humor.

>> 306:
1- Débora et al. Capítulo 01 A polidez.
2- Camila Rodrigues et al. Capítulo 04 A temperança.
5- Flávia et al. Capítulo 12 A simplicidade.
8- Camila Cristina et al. Capítulo 17 O humor.

sábado, 15 de julho de 2017

Links de documentários

Abaixo estão os links dos documentários que assistimos (no todo ou em parte), bem como dos que assistiremos (certa ou provavelmente):

→ As 100 Maiores Descobertas da História - Episódio 03 - Química:
> https://www.youtube.com/watch?v=Iu6iRAYSJZM&t=659s

→ Sabedoria e Antiguidade - Gregos:
> https://www.youtube.com/watch?v=8whvidEEdlQ&t=1175s

→ Globo Repórter - A Fantástica Máquina Humana:
> https://www.youtube.com/watch?v=XZEW0Qw_XTQ

→ Mundos Perdidos - Kama Sutra:
> https://www.youtube.com/watch?v=xrW3A-JTTjM&t=54s

→ A Carne é Fraca:
> https://www.youtube.com/watch?v=euvdedl-qso __(Completo)
> https://www.youtube.com/watch?v=3rQTFYp5Ay4 __(Resumo)
 
→ O Último Ano de Hitler:
> https://www.youtube.com/watch?v=4z0tFJBvN-M

Mais sobre Hedonismo

Abaixo estão alguns links de vídeos sobre o Hedonismo:

> https://www.youtube.com/watch?v=_eTzbQHBBQA

> https://www.youtube.com/watch?v=7Zn97D6wMVo

> https://www.youtube.com/watch?v=oxjuxWNUHo8

> https://www.youtube.com/watch?v=x_zA_PZM1oc

> https://www.youtube.com/watch?v=dpgDDnetOq8

quarta-feira, 5 de julho de 2017

3º Ano - Debate Avaliativo - Ética e Meio Ambiente: a natureza como espaço comum

3º Ano - Debate Avaliativo - Ética e Meio Ambiente: a natureza como espaço comum

→ Grupos de 7 ou 8 integrantes.

→ Datas:
> Terça-feira 11/07 -  4º Horário: Turma 306;
> Quarta-feira 12/07 -  4º Horário: Turma 302;
> Quinta-feira 13/07 -  2º Horário: Turma 304;
> Sexta-feira 14/07 -  3º Horário: Turma 301;
> Sexta-feira 14/07 - 4º Horário: Turma 303;
 > Sexta-feira 14/07 - 5º Horário: Turma 305.

→ Valor: 5,0 = 3,0 Participação Grupo + 2,0 Participação Individual.

→ Cada grupo ficará responsável por um dos temas mais abaixo. Cada membro do grupo deverá pesquisar em uma das fontes sugeridas para o seu tema e preparar uma fala contendo um resumo de sua pesquisa. Esta fala deverá ter duração mínima de 1,5 minutos e máxima de 2,5 minutos (algo entre 150 e 300 palavras).

→ Antes de inciarmos o debate será sorteado um integrante de cada grupo para apresentar. Caso este não apresente, perderá 60% dos pontos do debate. Procedendo-se novo sorteio.

→ Temas:
1- A definição de meio ambiente;
2- Revolução Industrial e impactos ambientais;
3- Ações globais e locais para evitar ou minimizar os danos ambientais;
4- Hedonismo moderno e consumismo;
5- Ética ambiental e maus tratos aos animais;
6- Desenvolvimento econômico sustentável no Brasil do século XXI.


→ Lista de links para a pesquisa:

1- A definição de meio ambiente;
> Livro Sociologia em Movimento Capítulo 15

2- Revolução Industrial e impactos ambientais;

3- Ações globais e locais para evitar ou minimizar os danos ambientais;
> http://www.alemdoplanetasilencioso.com.br/2012/12/o-hedonismo-contemporaneo.html → 2. A crise da política: a privatização da vida

4- Hedonismo moderno e consumismo;
> http://www.alemdoplanetasilencioso.com.br/2012/12/o-hedonismo-contemporaneo.html → 1. O sujeito hedonista e 1.2. Desamparo e gozo na contemporaneidade. (Recomendável)

5- Ética ambiental e maus tratos aos animais;

6- Desenvolvimento econômico sustentável no Brasil do século XXI.
> http://www.alemdoplanetasilencioso.com.br/2012/12/o-hedonismo-contemporaneo.html → 2. A crise da política: a privatização da vida



terça-feira, 23 de maio de 2017

3º Ano - Trabalho Avaliativo: "A vida como construção: uma obra de arte" - Unidade 03 (Por que e como agimos?) - Capítulo 03

3º Ano - Trabalho Avaliativo: "A vida como construção: uma obra de arte" - Unidade 03 (Por que e como agimos?) - Capítulo 03

→ Em grupo.
→ Valor: 6,0.
→ Data da apresentação/entrega: a ser estipulada.


→ Temas: >>> 1) Diógenes e os cínicos - pág. 156-158. >>> 2) O estoicismo e a busca da ataraxia - pág. 158-161. >>> 3) Uma filosofia do prazer - pág. 161-163. >>> 4) Foucault e uma estética da existência - pág. 163-165. >>> 5) Texto I: Carta sobre a felicidade - pág. 166. >>> 6) Texto II: Sobre a brevidade da vida - pág. 167.

→ Apresentar/Explicar os temas para a sala tendo como base principalmente o texto do livro didático. Dois grupos por aula: mínimo 13 e máximo 18 minutos cada apresentação.
→ Utilizar slides ou cartolinas. Quantidade mínima a ser estipulada. Slides deverão ser salvos em formato de imagem ".JPEG": segue link de um vídeotutorial: Salvando ou Transformando PowerPoint em JPEG - TutoriaisTech.
→ Entregar parte redigida contendo: capa, sumário, apresentação, desenvolvimento: resumo do texto/tema e pesquisas extras, relatório final, referências bibliográficas. Obs.: modelo para a formatação será passado em sala.
→ Elaborar/pesquisar duas questões fechadas sobre o tema para aplicar aos outros alunos no dia da apresentação.

2º Ano – Resumo: Unidade 02 (O que somos?) - Capítulo 02 (A linguagem e a cultura: manifestações do humano)


>>> Filosofia e linguagem na Antiguidade
Segundo Aristóteles, o humano é um ser de linguagem, quer dizer, é a linguagem que nos faz humanos.
Os animais se comunicam entre si, mas apenas os humanos são portadores de uma linguagem estruturada.
A linguagem verbal é um sistema simbólico. Está baseada em palavras, que são organizadas em frases e em conjuntos de frases.
As palavras são símbolos, isto é, formas de representar alguma coisa, seja um objeto, seja uma ação.
Platão afirmava que a palavra é um pharmakon, não tendo valor definitivamente positivo, podendo tanto ser usada para nos aproximar das ideias verdadeiras por meio da dialética, quanto ser usada para enganar.
Aristóteles, não concordando inteiramente com Platão, foi talvez o primeiro pensador a tentar mostrar que, embora as palavras sejam convenções, existe uma série de regras de uso que permitem a construção de um discurso verdadeiro, para além da relatividade das palavras. A palavra é um pharmakon, mas é também um organon, isto é, um instrumento do pensamento.

>>> A “virada linguística”
No século XX ocorreria a “virada linguística”, isto é, uma mudança de foco das preocupações da filosofia para a linguagem.
Em sua primeira obra Ludwig Wittgenstein preocupa-se com a essência da linguagem. A linguagem é um sistema de representação e, portanto, é diferente e ao mesmo tempo semelhante ao mundo. O mundo é composto de fatos, e o que a linguagem representa, por meio das proposições, são os fatos. Linguagem e mundo estão intrinsecamente ligados: quanto mais ampla a minha linguagem, mais amplo é meu mundo; quanto mais amplo meu mundo e minha linguagem, mais possibilidade de pensamento eu tenho.
Em sua segunda obra Wittgenstein passa a considerar que o problema não é a busca da essência da linguagem, visto que não existe A linguagem, mas linguagens múltiplas, com os seus diferentes usos. Cada um desses usos é um jogo com suas regras, elementos e formas de funcionamento próprio. O que há são diferentes jogos de linguagem, cada um com seus usos e regras. O significado de uma palavra, portanto, depende do jogo para o qual ela é usada.

>>> Linguagem e cultura
A linguagem é uma forma de expressão simbólica, por isso, segundo Ernst Cassirer, podemos compreender o como “animal simbólico”, pois é o ato de simbolizar que nos abre todo o universo da cultura.
Cultura é o conjunto de tudo aquilo, no ambiente em que vivemos, que foi produzido pelo ser humano por meio do trabalho. Percebe-se, portanto, uma estreita ligação entre trabalho, cultura e linguagem: produzimos cultura ao transformar o mundo por meio do trabalho, e expressamos essas transformações por meio da linguagem. A produção de linguagem é também uma forma trabalho, o que significa que também a linguagem transforma o mundo.
Cultura é o mundo transformado pelo ser humano, natureza é a parte do mundo que não depende de nós, porém, não há aqui uma oposição: para realizar seu trabalho como transformação, o ser humano atravessa o mundo natural e é atravessado por ele.
A cultura não são apenas os objetos, mas também uma “trama simbólica”, produzida pela linguagem, na medida em que esta é a forma de expressão dos seres humanos.
Mesmo havendo distinções entre cultura erudita e popular, em termos filosóficos ambas são igualmente importantes como expressões do ser humano.
Ao mesmo tempo em que é a produção por da qual o ser humano se faz plenamente humano, a cultura, na sociedade capitalista, é também mercadoria.

>>> Cultura e mercadoria
Pensando nisso, Felix Guatarri distingue três sentidos do termo cultura: cultura-valor – a cultura é tratada como valor social, distinguindo quem é culto dos que não são; cultura-alma coletiva – a cultura tomada como a produção de um povo; cultura-mercadoria – o conjunto de “bens culturais”, existe um mercado cultural e difunde-se a cultura pelo mesmo mecanismo de distribuição de qualquer outro produto.
Para Guatarri, o que prevalece em nosso dias é o conceito de cultura-mercadoria, embora os outros dois continuem válidos. A cultura-mercadoria possui um aspecto negativo, porque valoriza a produção cultural pelo que ela pode render em termos econômicos; mas também possui um aspecto positivo de democratização ao acesso, já que não há distinção entre uma “cultura popular” e “cultura erudita”: ambas são mercadoria.

1º Ano - Resumo: Unidade 01 (Como pensamos?) - Capítulo 02 (Filosofia e outras formas de pensar)

A filosofia é um pensamento que não dá respostas prontas e nos força a pensar. Há outras formas de pensamento que fornecem conhecimentos que não interrogamos.

>>> Filosofia e Mitologia
O mito é uma narrativa fictícia e imaginada, cujo objetivo é explicar alguma coisa ou algum acontecimento, recorrendo a forças sobrenaturais.
A mitologia não é uma religião sistemática e institucionalizada, mas uma espécie de religiosidade aberta e mutante.
No século VIII a.C. as principais narrativas mitológicas gregas foram reunidas em poemas épicos por Homero (Ilíada e Odisseia) e Hesíodo (Teogonia e Os trabalhos e os dias).
Ainda continuamos a criar mitos, a inventar narrativas mitológicas, porém sem o mesmo apelo que tiveram na Antiguidade.
O pensamento filosófico desenvolveu-se em uma forma de conhecimento que se diferencia da mitologia; contudo, não a substituiu: continuaram convivendo, às vezes conflituosamente, como ocorre até hoje.

>>> Filosofia e Religião
Religião é um conjunto de crenças, em geral amparadas em um texto, compreendidas como uma revelação de Deus (ou um conjunto de deuses).
Religiões são dogmáticas, compostas de ritos, tornam-se instituições com hierarquia.
Características do conhecimento religioso: => conjunto de ideias expressas em um texto ou livro sagrado, compondo o dogma da religião; => organização institucional de um conjunto de pessoas que administram esse conhecimento e a relação das pessoas com ele; => definição de rituais na forma de viver esse conhecimento e se relacionar com ele.
Assim como o mito, a religião é uma forma de pensamento, um modo de explicar a natureza, os fatos cotidianos e o sentido da vida humana.
As religiões são encontradas em todas as culturas, desde a antiguidade. Elas se relacionam com questões políticas e econômicas, podendo ser manipuladas com objetivos alheios a si.
O pensamento religioso apresenta-se como um conhecimento pronto e definitivo que algumas pessoas têm e outras não, que qualquer um pode aprender, desde que aceite os dogmas. Esse conhecimento está centrado na fé, uma confiança absoluta nas palavras que foram reveladas pela divindade.
O pensamento filosófico procura uma explicação racional, nem pronta nem definitiva, que faça sentido e possa convencer pela lógica e não pela aceitação do dogma.
As relações entre filosofia e religião são por vezes conflituosas. Mas há aspectos de concordância, pois ambas se formam como uma forma de ver o mundo.

>>> Filosofia e senso comum
Todos nós pensamos e construímos uma visão de mundo. Das coisas que observamos e vivemos cotidianamente, tiramos conclusões e elaboramos explicações. Mas esse tipo de conhecimento não é sistemático, não se baseia em métodos.
Senso comum é um tipo de conhecimento que todos nós experimentamos. Caracteriza-se por ser absorvido sem maiores reflexões, sem aprofundamento.
O senso comum é útil em determinadas situações, mas em outras situações precisamos também de um conhecimento formal, mais sistematizado, mais organizado, como somente a filosofia e a ciência podem produzir.
A filosofia parte do senso comum, mas tende a abandoná-lo no processo de criação de conceitos.
Não há filosofia sem um ponto de partida no senso comum, mas, ao mesmo tempo, se o pensamento permanecer no senso comum não haverá filosofia.

>>> Filosofia, arte e ciência: as potências do pensamento
A religião, o mito e o senso comum são formas de pensamento que produzem conhecimentos que nos ajudam a viver e a pensar, sempre segundo certos parâmetros já estabelecidos.

Há outras formas de pensar, as potências do pensamento, que expressam uma inquietação e uma insatisfação, buscam a renovação, nos fazem pensar e nos instigam a curiosidade para além do que já sabemos. São elas: a filosofia, a arte e a ciência.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Distribuição de pontos 2º bimestre 2016

>>>1º ANO
→ Fetec: 10,0.
→ Gincana: 3,0 (extra).
→ Eleição Colegiado: 2,0 (extra).

→ Resumo Capítulo 02 (1ª parte) - Unidade 01: 1,0.
→ Resumo Capítulo 02 (2ª parte) - Unidade 01: 1,0.
→ Atividades 1 e 3 (pág. 31), e 1, 2, 3 (pág. 33) do Capítulo 02 - Unid. 01: 1,0.
→ Trabalho de pesquisa (Jesus histórico - Ditados populares): 3,0

→ Resumo capítulo 03 - Unidade 01: 4,0.
→ Atividades 1, 2, 3, 4 (pág. 53) do Capítulo 03 - Unid. 01: 1,0.
→ Conceito: 4,0.

>>>2º ANO
→ Fetec: 10,0.
→ Gincana: 3,0 (extra).
→ Trabalho coletivo: 3,0 (extra)

→ Eleição Colegiado: 2,0.
→ Resumo Capítulo 02 (1ª parte) - Unidade 02: 1,0.
→ Resumo Capítulo 02 (2ª parte) - Unidade 02: 1,0.
→ Atividades 1 e 2 (pág. 91), e 1, 2, 5 (pág. 93) do Capítulo 02 - Unid. 02: 1,0.

→ Resumo capítulo 03 - Unidade 02: 2,0.
→ Atividades 1, 2 (pág. 106 - Questões sobre o texto) e 1, 2, 3, 4 (pág. 106 - Em busca do conceito) do Capítulo 03 - Unid. 02: 2,0.
→ Trabalho de pesquisa (Homossexualismo no mundo animal): 2,0.
→ Conceito: 4,0.

>>>3º ANO
→ Fetec: 10,0.
→ Gincana: 3,0 (extra).
→ Trabalho coletivo: 3,0 (extra)

→ Eleição Colegiado: 2,0.
→ Resumo Capítulo 02 (1ª parte) - Unidade 02: 1,0.
→ Resumo Capítulo 02 (2ª parte) - Unidade 02: 1,0.
→ Atividades 1 e 2 (pág. 91), e 1, 2, 5 (pág. 93) do Capítulo 02 - Unid. 02: 1,0.

→ Resumo capítulo 03 - Unidade 02: 2,0.
→ Atividades 1, 2 (pág. 106 - Questões sobre o texto) e 1, 2, 3, 4 (pág. 106 - Em busca do conceito) do Capítulo 03 - Unid. 02: 2,0.
→ Trabalho de pesquisa (Homossexualismo no mundo animal): 2,0.
→ Conceito: 4,0.

Resumo (1ª parte) do Capítulo 02 (Filosofia e outras formas de pensar) da Unidade 01 (Como pensamos?)


A filosofia é um pensamento que não dá respostas prontas e nos força a pensar. Há outras formas de pensamento que fornecem conhecimentos que não interrogamos.
>>> Filosofia e Mitologia
→ O mito é uma narrativa fictícia e imaginada, cujo objetivo é explicar alguma coisa ou algum acontecimento, recorrendo a forças sobrenaturais.
→ A mitologia não é uma religião sistemática e institucionalizada, mas uma espécie de religiosidade aberta e mutante.
→ No século VIII a.C. as principais narrativas mitológicas gregas foram reunidas em poemas épicos por Homero (Ilíada e Odisseia) e Hesíodo (Teogonia e Os trabalhos e os dias).
→ Ainda continuamos a criar mitos, a inventar narrativas mitológicas, porém sem o mesmo apelo que tiveram na Antiguidade.
→O pensamento filosófico desenvolveu-se em uma forma de conhecimento que se diferencia da mitologia; contudo, não a substituiu: continuaram convivendo, às vezes conflituosamente, como ocorre até hoje.
>>> Filosofia e Religião
→ Religião é um conjunto de crenças, em geral amparadas em um texto, compreendidas como uma revelação de Deus (ou um conjunto de deuses).
→ Religiões são dogmáticas, compostas de ritos, tornam-se instituições com hierarquia.
→Características do conhecimento religioso: => conjunto de ideias expressas em um texto ou livro sagrado, compondo o dogma da religião; => organização institucional de um conjunto de pessoas que administram esse conhecimento e a relação das pessoas com ele; => definição de rituais na forma de viver esse conhecimento e se relacionar com ele.
→ Assim como o mito, a religião é uma forma de pensamento, um modo de explicar a natureza, os fatos cotidianos e o sentido da vida humana.
→ As religiões são encontradas em todas as culturas, desde a antiguidade. Elas se relacionam com questões políticas e econômicas, podendo ser manipuladas com objetivos alheios a si.

Resumo (1ª parte) do Capítulo 02 (A linguagem e a cultura: manifestações do humano) da Unidade 02 (O que somos?)


Segundo Aristóteles, o humano é um ser de linguagem, quer dizer, é a linguagem que nos faz humanos.
Os animais se comunicam entre si, mas apenas os humanos são portadores de uma linguagem estruturada.
A linguagem verbal é um sistema simbólico. Está baseada em palavras, que são organizadas em frases e em conjuntos de frases.
As palavras são símbolos, isto é, formas de representar alguma coisa, seja um objeto, seja uma ação.
Platão afirmava que a palavra é um pharmakon, não tendo valor definitivamente positivo, podendo tanto ser usada para nos aproximar das ideias verdadeiras por meio da dialética, quanto ser usada para enganar.
Aristóteles, não concordando inteiramente com Platão, foi talvez o primeiro pensador a tentar mostrar que, embora as palavras sejam convenções, existe uma série de regras de uso que permitem a construção de um discurso verdadeiro, para além da relatividade das palavras. A palavra é um pharmakon, mas é também um organon, isto é, um instrumento do pensamento.
No século XX ocorreria a “virada linguística”, isto é, uma mudança de foco das preocupações da filosofia para a linguagem.
Em sua primeira obra Ludwig Wittgenstein preocupa-se com a essência da linguagem. A linguagem é um sistema de representação e, portanto, é diferente e ao mesmo tempo semelhante ao mundo. O mundo é composto de fatos, e o que a linguagem representa, por meio das proposições, são os fatos. Linguagem e mundo estão intrinsecamente ligados: quanto mais ampla a minha linguagem, mais amplo é meu mundo; quanto mais amplo meu mundo e minha linguagem, mais possibilidade de pensamento eu tenho.
Em sua segunda obra Wittgenstein passa a considerar que o problema não é a busca da essência da linguagem, visto que não existe A linguagem, mas linguagens múltiplas, com os seus diferentes usos. Cada um desses usos é um jogo com suas regras, elementos e formas de funcionamento próprio. O que há são diferentes jogos de linguagem, cada um com seus usos e regras. O significado de uma palavra, portanto, depende do jogo para o qual ela é usada.
A linguagem é uma forma de expressão simbólica, por isso, segundo Ernst Cassirer, podemos compreender o como “animal simbólico”, pois é o ato de simbolizar que nos abre todo o universo da cultura.